A história do Vo Coeli começa muito antes do canil...

Começa na infância de Décio, entre gatos, cães e encantamento pela Natureza. Em 1977, Koona chegou à sua vida. A partir dela, os Dogues Alemães nunca mais saíram de perto.

Koona,
a precursora

Koona chegou à vida de Décio em 1977. Cor merle, foi a primeira Dogue Alemã da família e, a partir dela, a raça nunca mais deixou de acompanhar sua vida.

Com ela, Décio entendeu algo que atravessaria toda a sua relação com os cães: os animais domésticos chegam para ensinar amor, lealdade e presença.

Sobretudo os cães, esses verdadeiros anjos celestes. Ela viveu longos treze anos, uma idade generosa para a raça. Deixou 23 filhotes, lembranças de praias, montanhas e uma carta escrita no dia de sua despedida.

Essa carta preserva, em palavras do próprio Décio, a gratidão, a dor e o amor por aquela que foi a primeira entre tantos gigantes gentis.

Depois de Koona, os Dogues nunca mais saíram de perto

A história não parou em Koona. Depois dela, outros Dogues passaram pela vida de Décio, cada um deixando seu jeito, sua presença e sua lição.

Sheik marcou uma época com sua elegância e mansidão. Nick veio depois, também arlequim, acompanhando uma nova fase da vida em Joinville. Ao longo dos anos, vieram ninhadas, mudanças, viagens, escapadas, reencontros e tantas lembranças que não caberiam em uma única página.

Décio fez os Dogues participarem da sua vida: em casa, nas viagens, na rotina e no contato de todos os dias. Com o tempo, entendeu que viver com eles era receber uma lição contínua de amor, lealdade e gratidão.

Por isso, depois de Koona, os Dogues nunca mais foram apenas uma raça admirada. Tornaram-se parte do caminho, da casa e da própria vida.

Uma nova etapa na criação dos Dogues Alemães dourados, tigrados e azuis

Doo, Tygrinha, Juma, Baloo e Astra chegaram em uma nova fase da sua relação com a raça. Cores que Décio sempre admirou, mas ainda não havia criado, passaram a fazer parte da casa, da rotina e dos seus planos de criação.

A partir de 2022, com cães vindos de canis de referência e linhagens escolhidas com cuidado, vieram também as exposições, uma atividade que até então não havia sido sua preocupação.

O amor antigo pelos Dogues Alemães passou a caminhar com avaliação, padrão, títulos e reconhecimento. Em pistas por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais, seus cães começaram a confirmar, também diante de juízes e criadores, a beleza, a estrutura e a presença que já eram evidentes dentro de casa.

Na Serra do Japi, o Vo Coeli encontrou seu lugar

O nome Vo Coeli nasceu como homenagem à sua avó, Aracoeli, que criou Décio desde os primeiros meses de vida. Em latim, Aracoeli significa altar dos céus.

Em abril de 2025, Décio mudou-se com seus anjos gigantes gentis para uma chácara na Serra do Japi, em Jundiaí. Um lugar amplo, em meio à mata, com espaço para correr, descansar, brincar e conviver todos juntos, com liberdade, conforto e presença diária. Ali, não há baias. Há uma casa viva, onde o cuidado acompanha a rotina e cada Dogue permanece perto.

É nesse lugar que o Vo Coeli segue sua história: com amor pelos cães, gratidão pelas origens e responsabilidade por cada vida.