Quem são esses Apolos?

Lindos, grandes, esbeltos e fortes. Garbosos.

Conhecidos pelo mundo como Dogue Alemão, Great Dane, Deutsche Dogge, Grand Danois e tantos outros nomes, eles impressionam pelo tamanho, mas permanecem pela doçura.

São atentos, dóceis, brincalhões e profundamente ligados à família. Gigantes no porte, mansos na convivência.

Inseparáveis, como sombra

Eles gostam de estar perto. Entram em casa, querem passeio de carro, sobem em sofás e camas, acompanham a rotina e seguem a família como sombra, mesmo quando você fica brabo. Viajam como santos, horas e horas dormindo, e encontram seus jeitos próprios de pedir carinho, às vezes até debaixo de folhas grandes, cortinas ou toalhas de mesa, só para sentirem o dorso acariciado.

São mansos, companheiros e profundamente ligados à casa. Mas também são atentos ao território. Muitas vezes, basta um latido, daquele tamanho, para qualquer estranho entender que ali existe um gigante de guarda, ainda que por dentro ele continue sendo um doce brincalhão da família.

Crescem que nem fermento

No Dogue Alemão, o tamanho aparece cedo. Um filhote de três meses já pode ter a pata do tamanho da palma da sua mão. Primeiro crescem as patas e as orelhas. Depois, o resto acompanha, rápido, grande e desajeitado como só um Dogue consegue ser.

São cães dorminhocos, especialmente quando mais velhos ou em dias chuvosos, e precisam de estímulo, rotina, movimento e presença. Pelo tamanho e pelo peso, também envelhecem mais cedo do que muitas raças, com expectativa de vida geralmente em torno de oito a dez anos.

Por isso, genética, alimentação, saúde e estilo de vida não são detalhes. São parte do compromisso de quem escolhe conviver com um gigante gentil.

Pretos, arlequins, dourados, tigrados e azuis

Para exposições e concessão de pedigrees pela CBKC, Confederação Brasileira de Cinofilia, os Dogues Alemães são divididos em três modalidades: pretos e arlequins, dourados e tigrados, e azuis.

Cada grupo tem suas características, suas marcações e suas regras de cruzamento. Por isso, a criação responsável não olha apenas para a beleza de uma cor. Olha para a linhagem, para o padrão, para a saúde e para aquilo que deve ser preservado em cada modalidade.

Os arlequins estão entre os mais conhecidos, com suas variações de branco, preto e cinza. Os chamados azuis, na verdade, têm uma tonalidade cinza chumbo, quase petróleo, que lembra o azulado, especialmente quando ainda são jovens.

No Dogue Alemão, cada cor carrega história, padrão e cuidado.

Caso queiram conhecer um pouco mais sobre estes apolos deixo aqui alguns links confiáveis: 

https://www.dogoalemankennel.com

https://gggkennel.com/sobre-a-raca

https://cbkc.org/application/views/docs/
padroes/padrao-raca_255.pdf?v=1743706071

Por fim, a história do Dogue Alemão remonta a milhares de anos. Como conhecemos hoje, a raça foi definida na Alemanha no final do século XIX, depois de muitos cruzamentos ao longo dos séculos.

Mas quem convive com um Dogue entende que a raça não cabe apenas na origem, no padrão ou nas cores. Ela se revela no dia a dia: no tamanho que impressiona, na mansidão que aproxima e no vínculo que pede cuidado até o fim.

Um abraço apertado,